sexta-feira, 29 de abril de 2011

Limite
               
O aprendizado, do que fazer frente a limites é aprendido a partir dos primeiros segundos de vida do ser. Imediatamente ao nascimento a criança sente o mundo a sua volta, aprende a sentir as reações das pessoas e, muito cedo ela descobre que pode ter domínio ou não, sobre aquele ambiente.
A forma como os adultos irão interagir com essa criança, trará um código de interação que, primeiro será desenvolvido com a família, depois reforçado pela escola e, mais tarde pela sociedade.
“Limite é “cerca”, ‘território”, é a consciência de que não estou só mo mundo, terei que dividi-lo com muitos bilhões, e, que existe uma regra implícita que pontua o que eu posso e o que eu não posso.
Pôr fogo em índio não é permitido, mas, parece que pôr fogo em mendigo pode, pois
Foi este o argumento dos assassinos do índio Galdino, que estão livres e bem empregados.
               Nesse vale tudo, de um povo se cultura, sem ética como é a nossa, as referências do que é bom e, do que não o é, fica impossível esta formação, para mais tarde servir de bússola para nós os navegantes desta grade aventura. VIVER.
               E daí? - O que tem toda essa conversa com os compulsivos? – Simples, as drogas fazem suas maiores vítimas, entre pessoas que apresentam dificuldades em aceitar limites. Lidar com o não, conseguir esperar e, muitas das vezes até não consegui o que se deseja. São pessoas frágeis, infantilizadas.
               Isso fica mais claro ao observarmos um comedor compulsivo, se em dieta, ele se sente traído pela sorte, pela vida, pelos Deuses, é um sofrimento e auto piedade incomensuráveis. Uma alimentação planejada é simplesmente nos adequar ao que as outras pessoas comem apenas isso, porém nós não reconhecemos limites, regras, não obedecemos nosso organismo quando ele diz CHEGA! PARE! Não agüento mais.
               Não existe nenhuma deficiência em nós, recebemos sim o aviso de saciedade, só não obedecemos. É semelhante ao comprador compulsivo, ao colecionador, e aos usuários de drogas, passou dos limites e não pára, já está inconveniente e mesmo assim vai cada vez mais.
               Este apenas um breve relato de um dos aspectos que, precisa ser tratado em uma recuperação.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

As drogas e a dor emocional!

As drogas e a dor emocional!
               
Porque transformamos coisas simples e rotineiras, em objetos de autodestruição? Uma situação desta só pode ser doença, ninguém em razoável saúde mental e, emocional teria atitudes que trazem sempre conseqüências desastrosas.
As vítimas de transtorno compulsivo, não têm consciência do que está lhe acontecendo, seu estado de alienação é muito arraigado e, fortalecido por uma cultura de sabichões, falam cada besteira sobre os compulsivos que dá até pena.
               Num primeiro momento, não estamos em busca de tornarmos escravos do que quer que seja. Apenas vamos sendo absorvidos por algo ou alguém, que, nos promova satisfação; como tudo isso é muito passageiro, ou seja, não atingiu a causa da insatisfação em seguida queremos mais e, com maior freqüência. Aquilo que acreditávamos ser apenas uma diversão; uma fonte inocente de prazer direciona nossa vida para a morte e outros...
É assim que funciona com qualquer compulsivo, vai devagarzinho... Até a sua vida ser totalmente dominada seja lá por que droga for.
Ao buscar tratamento os compulsivos não estão pensando em largar as droga, muito pelo contrário, ele que continuar se empanturrando de comida, mas, não que parar de comer compulsivamente, acredita ter controle sobre as conseqüências.

Eu gosto muito de dicionário, vamos esmiuçar a palavra, absorver:

Absorver (ò...ê) - Conjugar 
v. tr.

1. Fazer desaparecer total ou parcialmente um líquido, atraindo-o a si.
2. Por ext. Neutralizar, fazer desaparecer.

3. Fig. Consumir, gastar.
4. Enlevar.
5. Engolir, tragar, devorar.

v. pron.
6. Sumir-se, perder-se.
7. Extasiar-se, enlevar-se.
8. Concentrar-se.

Engolir, tragar, devorar, Sumir-se, perder-se, extasiar-se, enlevar-se.
Usamos drogas com esta finalidade. Escolhi dentre estas palavras a que mais me prendeu a atenção “enlevar” vejamos a definição:

Enlevar - Conjugar 
v. tr.
1. Encantar, arrebatar, causar enlevo.
2. Prender a atenção de.
3. Deliciar.
v. pron.
4. Ficar encantado, suspenso, absorto.
5. Extasiar-se.

               Brinque com cada uma destas palavras e vá se descobrindo.

ElizabethChimicati

domingo, 24 de abril de 2011

Isso já é deboche, falta total de respeito há uma doença que mata.

Todas as manhãs, enquanto meu corpo desperta, eu passeio pelos canais de TV. E com isso tenho me deparado com verdadeiras barbáries.
Hoje, 24/04/2011, tive a infelicidade de deparar com um cidadão, com colarinho desses que nos faz lembrar padres, não sei que é, e nem fiquei para saber.
Minha impotência perante o que eu escutava, desesperou-me e desliguei a TV, porém o pouco que ouvi não saía de minha cabeça.
Esse homem com aquela voz “santificada”, pastosa; apresentava uma dieta conhecida de muitos, existe inclusive um livro, colocando Jesus como médico dos médicos, ressaltava a importância da tal dieta.
Isso para mim é merchandagem, é crime, é abusar de pessoas patologicamente ingênuas, que compactuam com tudo que não as faça, ter um grande trabalho para reverter sua condição, a solução para o tratamento dos compulsivos não virá de fora, primeiro terá que vir de dentro dele, reconhecendo sua condição e, se responsabilizando por seu tratamento.
Foi nojento o que eu vi hoje... Um verdadeiro insulto também à inteligência das pessoas.

ElizabethChimicati

sábado, 23 de abril de 2011

Compulsão Alimentar.

Auto piedade!

Ontem em uma reportagem sobre ovos de páscoa, um jovem disse seguinte:
 “Vida de gordinho é muito sofrida”.

Sabe que vida, deve ser muito sofrida, meu jovem?

A VIDA de um deficiente visual.
A VIDA de portador de HIV.
A VIDA de cadeirante.
A VIDA dos portadores de doença degenerativa.
As VIDAS dos pobres de nosso BRASIL, que não tem comida, eu não estou falando do luxo de ovos de páscoa...
DIGNA É A VIDA de pessoas que superam o insuperável e encontram, saídas onde não existe e, constroem uma nova vida honrada para ser vivida e, não ficam se lastimando por não poder se empanturrar... TENHA A SANTA PACIÊNCIA.
Enquanto nós ficamos CHORAMINGANDO, porque não podemos comer oitenta chocolates de uma só vez, _ É o que comeria uma menina que participou da reportagem. E é realmente capaz de comer, pois já está bem roliça. Depois ficamos remoendo a nossa má sorte.
Todo drogadito não quer mudanças em sua vida, o que ele quer, é ficar na esbórnia, porém, livre das conseqüências.
A situação está tão banalizada que qualquer um, ou melhor, qualquer uma, vislumbra um programa de televisão para ficar falando besteiras, dando dicas sobre alimentação e blá, blá, blá. Alimentação não é tema para se dar dicas, é muito complicado, é algo que para você resolve e junto à nutricionista de sua confiança. E tem que ser muito bem escolhido também.  É um absurdo o desconhecimento, tanto da parte dos diretores, quanto dos apresentadores. Ou estão apena se aproveitando de um teme que dê ibope. Sem considerar a informação de qualidade.
Gente, COMPULSÃO ALIMENTAR é um doença muito grave, ela MATA.
Aí eu me pergunto à ANVISA e os órgãos responsáveis, onde estão vocês? Parece que ninguém esta preocupado em acabar a questão da compulsão alimentar, mas, em acabar com os compulsivos com tanta panacéia.

ElizabethChimicati

quinta-feira, 21 de abril de 2011

A desinformação que impede o avanço...



Hoje muito cedo, por volta de seis horas da manhã, eu acordei, perdi o sono e fui tentar ver alguma coisa na televisão.
Nessa peregrinação encontrei um pequeno debate sobre o que é vinculado à mídia, e o resultado disso, que alívio! Não estou só.
Tenho tentado entender, porque tanta desinformação dos órgãos que se dispusera a levar uma informação séria à população, mas, o que recebemos, não é refletido, questionado, estudado, é a desinformação revelando o amplo desconhecimento dos responsáveis pelas matérias.
Estou questionando tudo isso por quê? Porque sinto um tremendo desconforto, com o abuso exercido sobre os obesos. Que abuso é este? – Há quarenta e dois anos, eu estudo por vinte e quatro horas, o transtorno alimentar, _ “compulsão alimentar” que tem como conseqüência a obesidade. Um corpo que não suportando o que é ingerido e engorda, ou seja, obesidade é conseqüência, sintoma, não é doença.
Compulsão alimentar. Esse é o distúrbio que desencadeia o excesso de peso, o acumulo de gordura em nosso organismo. É reconhecido pela comilança compulsiva, o que desencadeia este processo, é de ordem afetivo/emocional. Por isso não adianta remédio ou a mutilação do estomago. Se não for tratada as causas o obeso não sairá desta ciranda..., é tão lucrativo mantê-los assim...
Porque então ser permitido tamanha divulgação na mídia, destas não soluções? Sem as informações que promovam o esclarecimento das pessoas, para que estas passem a ter condição de escolha?   
O obeso quer soluções mágicas. Isso quer dizer o seguinte: ficar livre das conseqüências, sem mudar nada em sua vida. E o comedor compulsivo, está completamente desesperado no interior desse corpo.


ElizabethChimicati

quarta-feira, 20 de abril de 2011

- OBESIDADE, estar “gordo” –

 Isto que se vê; no corpo das pessoas, é o sintoma físico, aparente de uma doença incurável, porém controlável, fatal e primária e reflexiva.

Trocando em miúdos;

SINTOMA FÍSICO APARENTE; como a febre para as infecções, é o volume do nosso corpo, para um distúrbio afetivo: a doença é emocional, afetiva, psicológica.
INCURÁVEL; Significa que não existe nenhum remedinho, remedão, pozinho, chazinho, novena, benzeção, que poderá ajudá-lo. Como eu sei? Fiz tudo isso, até vendi minha alma ao diabo; o diabo chama ANFETAMINA. E esta sendo lançado no mercado mais um pozinho... Aguardem.
CONTROLÁVEL; Isso significa que tem controle, que não precisamos sofrer dos males causados pelo excesso de gordura em nosso organismo.
FATAL; significa que você, fatalmente será vitima de tanta orgia alimentar, “nós somos a soma de nossas escolhas; inclusive da manutenção de tratamentos falidos. É incrível, continuam tratando do sintoma até hoje do mesmo jeito, com os mesmos recursos e, nós aceitamos. Minha primeira dieta foi em 1969. Apenas descobriram mais formas de buscar dinheiro desta fonte de ouro, sofisticando promessas milagrosas. Toda a parafernália, para ...
CONTROLÁVEL; significa que podemos fazer alguma coisa por nós, está exclusivamente em suas mãos com as escolhas que você faz a responsabilidade passa a se exclusivamente sua.
FATAL, é indiscutível que o excesso de gordura em seu organismo irá cobrar por isso, das conseqüências mais simples, como cansaço, até câncer, lista é muito grande para este espaço.
PRIMÁRIA; significa que o transtorno causador da obesidade, tem que ser tratado em primeiro lugar e urgente. Não negligenciando os males já instalados, que em sua maioria, dependendo do tempo e do organismo de cada um, poderá ser reversível.
REFLEXIVA; é o mesmo que jogar angu no ventilador. Se você conhece, ou mesmo já vil alguma reportagem de familiares de drogadicto, entendeu. Não é diferente para quem convive com um obeso. É infantil, manipulador, dependente, carente, inseguro...  

ElizabethChimicati

segunda-feira, 18 de abril de 2011

sosdrogas: Obeso ASSUMIDO??? Onde? Quando?

sosdrogas: Obeso ASSUMIDO??? Onde? Quando?: "Obeso assumido... Hoje, em um jornal da manhã, a apresentadora estava comentando, sobre uma mulher que morreu em uma academia. Referiu aos c..."

Obeso ASSUMIDO??? Onde? Quando?

Obeso assumido...

Hoje, em um jornal da manhã, a apresentadora estava comentando, sobre uma mulher que morreu em uma academia. Referiu aos cuidados redobrados necessário aos obesos nessas atividades.
Ela tem razão, porém algo ficou muito estranho, foi ao referir-se a obesos assumidos. È muito desconfortável os enganos na informação ao público.
Primeiro: não existe gordo assumido, isto chama negação, como acreditar que alguém esteja bem com um significativo excesso de peso? Isso é conversa para boi dormi. Ou se trata de alguém com auto-estima inexistente, - ZERO.
Assumir, é cuidar-se, é resolver sua dificuldade e sua impotência perante a comida. Buscar meios de sair dessa situação mórbida, deprimente.  
Caso tenha sido este o enfoque, que me desculpe à apresentadora, gosto muito do trabalho dela, tanto assim que estava assistindo a ela e não outros.

ElizabethChimicati

domingo, 17 de abril de 2011

Tá difícil ANVISA??? porque?

http://www.infoescola.com/drogas/metanfetamina/

No endereço acima, você vai encontrar um estudo sobre a anfetamina.
Droga sintética e que destrói pessoas que acreditam nela enquanto solução.

ElizabethChimicati

sábado, 16 de abril de 2011

A omissão pode ser assassina! Nossa também.


METANFETAMINA – Ainda em dúvida ANVISA?

http://www.spiner.com.br/modules.php?name=News&file=article&sid=1457

O endereço desta página é para vocês ficarem bastante consciente, da responsabilidade de vocês na postergação, em relação à liberação ou não da anfetamina.
E para você que acredita em todo mundo, buscando uma solução para resolver as conseqüências da comilança, mas, continuar se matando de comida. Ou melhor, comida e drogas.
Sou uma voz no vazio, mas sinto-me na responsabilidade de denunciar a irresponsabilidade da ANVISA, fui uma vitima das anfetaminas e sei do que estou falando.

ElizabethChimicati

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Não é a droga que faz o drogadito.


Todo e qualquer objeto, capaz se saciar nossa ansiedade, será usado como droga. É tudo que usamos para a gratificação de uma necessidade ou desejo. Como nada tem o poder de nos satisfazer para sempre, aplacar a ansiedade de forma definitiva, precisamos ir alimentado o consumo seja lá do que for, comida, cigarro, maconha, cocaína, crak, oxi, sexo, trabalho, falar, beber, mentir; esse hábito acompanha a todo compulsivo, mentimos para nos proteger, de algo que não compreendemos.
Se preocupar com as drogas é negligenciar o doente, nunca vai deixar de existir alguma coisa da qual as pessoas não façam mau uso mas, sempre haverá compulsivos.portanto falta estudo e compreensão objetiva, mais moderna, e do fenómeno em si, precisamos nos esquecer de teoria do século passado.


ElizabethChimicati 

quarta-feira, 13 de abril de 2011

A minha sensação é de banalização da vida!

A minha sensação é de banalização da vida!

Estamos vivendo um momento que; viver ou morrer (ser morto) não faz a menor diferença. Brincamos com a nossa vida e com a do OUTRO! Eu acredito que os sonhos morreram as pessoas não têm projetos para suas vidas, não planejam e mais grave não desejam, não sonham.
Nesse lugar vazio cabe qualquer coisa, morrer ou matar, não faz nenhuma diferença, cabem drogas, qualquer uma, do álcool e cigarro que ficaram banalizadas, ao oxi, o mais moderno e fulminante anestésico da alma.  
As drogas têm amplo domínio da situação e da alma dos drogadictos, porque isso permanece? A quem interessa esta mesmice. Num breve estudo sobre a lei seca, nos Estados Unidos, é possível constatar que estamos percorrendo caminhos já percorridos e abandonados por nossos atuais colonizadores, devido à ineficácia.
Nos Estados Unidos da América; como está muito bem exposto no link desta página a baixo, que apresenta uma ótima reflexão sobre o que aconteceu com a repressão ao abuso de álcool.  Não estou comentando sobre álcool e direção, isso é outra conversa, estou me referindo à forma de tratar o trafico e os usuários de drogas no Brasil.
Acredito inclusive, que deve ser muito lucrativo para não querer apreender com a experiência alheia...

Abaixo, apenas dois parágrafos sobre essa idéia,

...“Hoje em dia, ainda há quem ache que a Lei Seca foi uma boa idéia. De fato, o volume de bebidas ingerido pela população diminuiu: o número de litros consumido em 1915 (último ano em que houve esse levantamento antes de a lei entrar em vigor) só seria atingido novamente em 1970. 

O problema é que, com a proibição, os americanos mudaram de hábitos. Como a cerveja era mais difícil de ser feita, eles passaram a preferir destilados, que contêm muito mais álcool. A Lei Seca fez os Estados Unidos beberem menos, mas beberem pior. Além disso, transformou os mafiosos em lendas vivas. "Nós tendemos a romancear homens como Al Capone e seus contemporâneos, mas eles eram tão violentos quanto os traficantes de drogas de hoje", afirma a jornalista inglesa Lauren Carter, autora de Os Gângsteres mais Perversos da História. 

Fonte: Revista Aventuras na História (Ed. Abril)



SE QUISERMOS RESULTADOS DIFERENTES, PRECISAMOS FAZER DIFERENTE...

ElizabethChimicati

http://www.passeiweb.com/saiba_mais/fatos_historicos/brasil_america/lei_seca

Jadsonet.com: OXI a nova droga que vem destruindo jovens no Bras...

Jadsonet.com: OXI a nova droga que vem destruindo jovens no Bras...: "Se você acha que o crack é a epítome do tenso, prepare-se pra se assombrar. Tá rolando pelo Norte e Nordeste brasileiro um primo da pedra fi..."

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Qual é a dúvida das AUTORIDADES em relação à liberação ou não da Anfetamina??????

“Contemporâneo"

"Nas últimas décadas, a anfetamina tem sido usada em massa em tratamentos para emagrecer, já que a droga é temporariamente eficaz na supressão do apetite. Entretanto, à medida que o tempo passa, o organismo desenvolve tolerância à anfetamina e torna-se necessário aumentar cada vez mais as doses para se conseguir os mesmos efeitos. A perda de apetite gerada pelo seu uso constante pode transformar-se em anorexia, um estado no qual a pessoa passa a sentir dificuldade para comer e até mesmo para engolir alimentos pastosos, resultando em sérias perdas de peso, desnutrição e até morte. Durante muito tempo, a anfetamina foi também utilizada para tratar depressão, epilepsia, mal de Parkinson e narcolepsia. Atualmente, apenas a narcolepsia permanece utilizando essa droga em seu tratamento”.
 Estas drogas lícitas, podem ser a porta de entrada para outras drogas.
A anorexia químicamente induzida, não é em hipótese alguma a solução para o tratamento dos obesos.

ElizabethChimicati

sábado, 9 de abril de 2011

Para reflexão...

... "Fiz notar ao principezinho que os baobás não são arbustos, mas árvores grandes como igrejas. E que mesmo que ele levasse consigo todo um rebanho de elefantes, eles não chegariam a dar cabo de um único boabá.
         
A idéia de um rebanho de elefantes fez rir ao principezinho:
         
- Seria preciso botar um por cima do outro...
         
Mas notou, em seguida, sabiamente:
         
- os baobás, antes de crescer, são pequenos.
          É fato! Mas porque desejas tu que os carneiros comam os baobás pequenos?
         
- porque haveria de ser?

Respondeu-me, como se tratasse de uma evidência. E foi-me preciso um grande esforço de inteligência para compreender sozinho esse problema.
          Com efeito, no planeta do principezinho havia, como em todos os outros planetas, ervas boas e más. Por conseguinte, sementes boas, de ervas boas; sementes más de ervas más. Mas as sementes são invisíveis. Elas dormem no segredo da terra até que uma cisme de despertar. Então ela espreguiça, e lança timidamente para o sol um inofensivo galhinho.
Se é de roseira ou rabanete, podemos deixar à vontade. Mas quando se trata de uma planta ruim, é preciso arrancar logo, mal a tenhamos conhecido. Ora, havia sementes terríveis no planeta do principezinho: as sementes de baobás... O solo do planeta estava infectado. E um baobá, se a gente custa a descobri-lo, nunca mais se livra dele. Atravanca todo o planeta. Perfura-o com suas raízes. E se o planeta é pequeno e os baobás numerosos, o planeta acaba rachando.
É uma questão de disciplina, me disse mais tarde o principezinho.
-Quando a gente acaba a toilette da manha, começa a fazer a toilette do planeta. É preciso que a gente se conforme em arrancar regularmente os baobás logo que se distingam das roseiras, com as quais muito se parecem quando pequenos. É um trabalho sem graça, mas de fácil execução.

      Antoine de Saint – Exupery

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Para você!!!

"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares. É tempo da travessia: e, se não ousarmos fazêla, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." Fernando Pessoa


"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos,
que nos levam sempre aos mesmos lugares. É tempo da travessia: e, se não ousarmos fazêla, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos." Fernando Pessoa


Where the Hell is Matt? (2008)