A minha sensação é de banalização da vida!
Estamos vivendo um momento que; viver ou morrer (ser morto) não faz a menor diferença. Brincamos com a nossa vida e com a do OUTRO! Eu acredito que os sonhos morreram as pessoas não têm projetos para suas vidas, não planejam e mais grave não desejam, não sonham.
Nesse lugar vazio cabe qualquer coisa, morrer ou matar, não faz nenhuma diferença, cabem drogas, qualquer uma, do álcool e cigarro que ficaram banalizadas, ao oxi, o mais moderno e fulminante anestésico da alma.
As drogas têm amplo domínio da situação e da alma dos drogadictos, porque isso permanece? A quem interessa esta mesmice. Num breve estudo sobre a lei seca, nos Estados Unidos, é possível constatar que estamos percorrendo caminhos já percorridos e abandonados por nossos atuais colonizadores, devido à ineficácia.
Nos Estados Unidos da América; como está muito bem exposto no link desta página a baixo, que apresenta uma ótima reflexão sobre o que aconteceu com a repressão ao abuso de álcool. Não estou comentando sobre álcool e direção, isso é outra conversa, estou me referindo à forma de tratar o trafico e os usuários de drogas no Brasil.
Acredito inclusive, que deve ser muito lucrativo para não querer apreender com a experiência alheia...
Abaixo, apenas dois parágrafos sobre essa idéia,
...“Hoje em dia, ainda há quem ache que a Lei Seca foi uma boa idéia. De fato, o volume de bebidas ingerido pela população diminuiu: o número de litros consumido em 1915 (último ano em que houve esse levantamento antes de a lei entrar em vigor) só seria atingido novamente em 1970.
O problema é que, com a proibição, os americanos mudaram de hábitos. Como a cerveja era mais difícil de ser feita, eles passaram a preferir destilados, que contêm muito mais álcool. A Lei Seca fez os Estados Unidos beberem menos, mas beberem pior. Além disso, transformou os mafiosos em lendas vivas. "Nós tendemos a romancear homens como Al Capone e seus contemporâneos, mas eles eram tão violentos quanto os traficantes de drogas de hoje", afirma a jornalista inglesa Lauren Carter, autora de Os Gângsteres mais Perversos da História.
Fonte: Revista Aventuras na História (Ed. Abril)
O problema é que, com a proibição, os americanos mudaram de hábitos. Como a cerveja era mais difícil de ser feita, eles passaram a preferir destilados, que contêm muito mais álcool. A Lei Seca fez os Estados Unidos beberem menos, mas beberem pior. Além disso, transformou os mafiosos em lendas vivas. "Nós tendemos a romancear homens como Al Capone e seus contemporâneos, mas eles eram tão violentos quanto os traficantes de drogas de hoje", afirma a jornalista inglesa Lauren Carter, autora de Os Gângsteres mais Perversos da História.
Fonte: Revista Aventuras na História (Ed. Abril)
SE QUISERMOS RESULTADOS DIFERENTES, PRECISAMOS FAZER DIFERENTE...
ElizabethChimicati
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