“A Escola que temos:
Dos métodos de confinamento e
Engorda
(como fazer render mais porcos, galinhas e crianças)
*Ila Lacerda
Do sintoma não se trata de fazê-lo desaparecer ou de abafá-lo.
Trata-se de rastreá-lo para saber:
De quem se serve e de como se tem servido dele.
Resta-nos perguntar: o quê fazer com isso?
Proponho interrogarmos:
“A criança e o sintoma, a criança como sintoma”.
O compulsivo e o sintoma, o obeso como sintoma
“O sintoma da criança na escola, a escola e o sintoma da criança”.
O sintoma do compulsivo na família, a família e o sintoma do compulsivo.
“O sintoma da escola ou ainda a escola como geradora de sintomas”.
A doença da família ou ainda a família como geradora de distúrbios.
“Pensar a questão da escola como “O” que encaminha a criança e que fala por ele, só
Só lhe restando então, gozar...
Este joga carece no mínimo de escuta, encorajando a escola ou a criança a falar, fazemos antes de tudo um convite a falar da castração, movimento que aponta na direção da redução gradativa do seu ponto de jogo e de gozo, por intermédio da palavra.
Com a palavra então, os sintomas... Os das crianças e os da escola”. (família)
Foi uma grande felicidade encontrar este velho e esquecido texto, a autora diz exatamente o que eu venho tentando organizar sobre, falarem pelos obesos, induzirem a eles as falas que eles passam a acreditar como verdade, e como papagaio de pirata, ficamos por nossa própria sorte. Repetindo jargões e gordos.
ElizabethChimicati
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