“Os adictos são pessoas que têm uma predisposição de reagir aos efeitos das drogas de maneira específica, isto é, de maneira tal, que tratam de usar seus efeitos para satisfazer um desejo oral arcaico, que é, ao mesmo tempo, um desejo sexual, uma necessidade de segurança básica, e de conservar a auto-estima” (FENICHEL, OTTO. Teoria psicanalítica de lãs neuroses). A privação do prazer, a falta de segurança básica e a perda da auto-estima são vividas pelo dependente como um desmoronamento, aniquilação, ameaça iminente de morte psicológica. A urgência de alívio dessa ameaça leva o adicto a estabelecer um vínculo de vida ou morte com a droga. As primeiras experiências com as drogas trazem alívio para essa ansiedade, gerada pelo caos que está sendo vivido como aniquilamento do ego. Ao passar o efeito das drogas e na volta à consciência da realidade, o adicto, frente a essa ameaça, mais sensível e mais fragilizado, volta ao uso das drogas que vai se tornando vital para ele. Progressivamente, e no desenvolvimento e avanço da doença, estabelece-se assim, a dependência, cada vez mais solidificada pela síndrome de abstinência. O adicto não acredita mais ser possível viver sem a droga. A grande dificuldade do processo de recuperação é que além de ter que superar a dependência, ele terá também de confrontar todos os seus fantasmas, deixados ou criados pelo passado de ativa....
Do livro Obesidade uma doença do afeto – EclizabethChimicati e Sálvio Maciel.
Qual o problema do álcool e da maconha para os adictos?
Estas drogas são chamadas, drogas de entrada. O que é isso? - “O superego é solúvel em álcool” (para descontrair). Ao usar uma destas drogas a pessoa perde a condição de discernimento, perde o senso crítico, fica vulnerável a qualquer oferta, qualquer convite, qualquer desafio. Na letargia ( Sono profundo em que a circulação e a respiração parecem estar suspensas. 2. Fig. Apatia, indolência extrema. Qualidade de indolente. 2. Falta de força ou de estímulo para actuar! no momento oportuno. 3. Med. Insensibilidade física; falta de dores. da maconha e na valentia alcoólica, vale tudo.
Por isso, a liberação da maconha, já que para o álcool, esta escancarada. Agora com a maconha é, abrir a porteira do inferno, mesmo não sendo a droga, que faz o drogadito. Isto é facilitar para drogas mais perigosa, lembrando que o álcool, e a maconha são drogas de entrada.
Porque as “discussões” não se organizam para a busca de tratamentos sérios, com profissionais que saibam o que fazer, e não indicados politicamente. Ou fama na TV? A banalização da maconha mostra bem como funciona o nosso país, com seus jogos de interesse, não tem nenhuma preocupação ou responsabilidade com o usuário de drogas, mas, com certeza com interesses escusos.
Aos usuários de drogas; vocês acreditam que foco são vocês? Cai na REAL.
discussão
s. f.
1. Exame de uma questão em que tomam parte várias pessoas.
2. Polémica.
3. Controvérsia.
4. Questão.
5. Desinteligência.
6. Jur. Excussão.
ElizabethChimicati
ElizabethChimicati
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